FOTO: Rovena Rosa/Agência Brasil

As barracas que transformaram o Largo do Paissandu em uma ocupação improvisada ainda são praticamente as mesmas instaladas após o incêndio e o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, na região central de São Paulo. Seus ocupantes, no entanto, mudaram nesses últimos três meses.

Os desalojados pela tragédia deixaram os barracos de lona à medida em que passaram a receber o auxílio-aluguel de R$ 400 mensais pagos a vítimas de desastres. As barracas vazias, porém, passaram a servir de moradia a sem-teto que nunca esteve no prédio incendiado, segundo matéria do jornal Folha de S.Paulo.

A causa pela moradia é uma das minhas bases de atuação política. Acredito que uma casa não é apenas uma moradia. Trata-se de um lar. É sinônimo de dignidade, é segurança, é construção de patrimônio, é legado, é abrigo, é família, é vida.

Ou seja, essa é uma questão que deve ser tratada com cuidado e sensibilidade. A moradia é uma necessidade fundamental para todos os seres humanos. Mais do que isso, é também um direito reconhecido desde 1948 pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e confirmado pela Constituição Federal Brasileira em 1988.

A ausência de uma Política Pública pelo Direito pela Moradia é evidente. Hoje, os interesses individuais dos políticos são favorecidos, deixando de lado esses direitos sociais garantidos por lei.

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São Paulo precisa de projetos efetivos na área de Moradia para dar qualidade de vida aos moradores. E é exatamente essa uma das causas que defendo. Juntos, podemos lutar pelo Direito à Moradia.

Leia a matéria completa da Folha de S.Paulo.