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O site do Estadão publicou hoje (04) um interessante texto sobre qualificação profissional. E quando comparamos os índices de qualificação técnica no Brasil com o restante do mundo, não temos um quadro animador. De acordo com o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Rafael Lucchesi, apenas 10% dos jovens brasileiros entre 15 e 17 anos recebem educação técnico-profissional.

Se compararmos esses números com outros países, a situação não melhora: No Japão, são 70%, mesmo índice da Finlândia, enquanto a Áustria conta com 76%. “É preciso mudar a matriz, ver a educação como fator principal da competitividade”, disse Lucchesi.

O principal obstáculo para o Brasil embarcar na onda da indústria 4.0 é a preparação de seus profissionais. Algumas profissões podem acabar extintas, enquanto outras exigirão um tipo diferente de formação e de treinamento, sem a obrigatoriedade de uma faculdade.

Qualificar nossos jovens é algo fundamental para o futuro do país. Daí, a importância do investimento na formação de novos profissionais de nível técnico.

Para saber mais, visite a matéria completa no site do Estadão – https://goo.gl/7MVC1z

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