Precisamos de (mais) cultura e cidadania?  Reuni essas duas palavras e propósitos em mesma causa porque vejo todo sentido nessa mistura para cada cidadão de São Paulo, do Brasil e do mundo.

Uma das principais metas do Ministério da Cultura, por exemplo, é estreitar as relações intelectuais e artísticas para auxiliar na formação cidadã dos estudantes. E quebrar as barreiras de acesso à cultura é o maior desafio, é claro, por diversos motivos – inclusive, os educacionais (e que defendo em minha causa de Educação Contempladora).

Ir ao cinema, teatro, exposição, concerto não faz parte do roteiro fixo e comum da maioria dos jovens que vivem em comunidades carentes e não são atividades rotineiras que englobam – com frequência – até mesmo universitários e pessoas mais adultas pertencentes a outras classes sociais.

Mais do que uma característica essencial de toda e qualquer sociedade, a cultura pode (e deve) ser considerada como o elemento principal que difere uma nação de outra. Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir: todos esses aspectos fazem (e tem que fazer) parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo em questão. Ou seja, a cultura é o símbolo de cada nação, composta por cada cidadão.

Se for nas escolas, através dos professores, do sistema de ensino, dos grupos formados, que a juventude tem mais possibilidade de ter acesso às ferramentas culturais ou se é junto à família, aos seus amigos e a grupos, redes sociais que são agrupados de acordo com seus interesses e afinidades, eu ainda não sei te responder.

O que posso garantir é que o cidadão precisa de cultura, assim como a cultura necessita de cada cidadão. Identidades culturais, junto à educação, constroem a consciência de um povo.

Una-se também a esta causa!