O que você pensa quando o assunto é lazer? Você tem acesso ao lazer? Quantas horas do seu dia, semana, mês e ano são exclusivamente dedicadas ao lazer: individual, com os colegas de trabalho, familiares e amigos?

Planejar e executar políticas públicas para o lazer significa estimular estratégias e ações para ocupar o tempo livre, de folga, das pessoas – mas, lazer e entretenimento – na rua ou em qualquer espaço, principalmente público – é muito mais do que isso. Sabe por quê?

Dentro do aspecto lazer, destacam-se ainda diversas questões relacionadas com produção cultural como recursos sustentáveis e o entretenimento por meio da indústria da diversão e que – paralelamente – incentivem o estímulo ao conhecimento de modo prazeroso, mas essas são responsabilidades das autoridades e eu quero falar com você, no que esta causa muda para você, sua família e seus amigos na prática.

O lazer é essencial como característica motivacional, de saúde, como benefício em qualquer sociedade, para o progresso pessoal, e influencia – inclusive – as questões trabalhistas de cada um de nós em todos os sentidos. Ouso dizer ainda que o lazer precisa ser consumido, inclusive para driblar frustrações e insatisfações das mais diversas ordens! Afinal, quem não precisa de momentos de distração?

Diversas atividades podem ser consideradas práticas de lazer. Eu defendo e acredito fortemente nas que são relacionadas com a rua, pois aposto no coletivo. Entretanto, muitos passeios, esportes, shows, de ordem privada também podem – e devem – ser consumidos como estímulos para todos. O que precisamos, na verdade e em poucas palavras, é de lazer pra rua, pra todos, de forma gratuita, segura, recheado de opções, programações, porque na verdade o objetivo é um só: a felicidade!

Jovens, famílias, pais, amigos, você: todos nós precisamos de lazer para despertar a beleza do brincar e a grandeza do sorrir!

Conte comigo também nesse sentido.