Você já parou para pensar que uma pessoa sem acesso à cultura corre o risco de se alienar em relação às questões do ambiente no qual está inserida? Esta pessoa é você, ou você acredita que sua cidadania cultural está ativada e você consegue contribuir para o estado – e até para o país – se desenvolver?

É sabido que temos necessidades culturais que o estado de São Paulo e o país, no geral, não nos oferece e que a educação é o primeiro, grande e constante passo necessário, afinal, sem educação não é possível nem despertar interesses, apresentar possibilidades e consequentemente provocar mudanças de conhecimento e paradigmas para a sociedade. Mas, como essa cidadania cultural pode ajudar os governos a se desenvolverem?

A cultura pode ser usada para incentivar o desenvolvimento econômico justo e sustentável de toda e qualquer nação, país, estado, cidade ou até mesmo mover atividades necessárias para seu bairro e comunidade. Essas atividades culturais são estratégicas e geram trabalho, emprego e renda, além de promover a inclusão social, especialmente entre jovens – público que eu tanto foco, incentivo e acredito como fator crucial para transformações.

Algumas pesquisas anuais recentes, relacionadas com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), já indicaram que o estímulo a participações de bens e serviços culturais pelo mundo gerou crescimentos no setor criativo brasileiro superior a pelo menos 5% e vem acompanhando médias satisfatórias se comparadas com o PIB nacional.

É claro que o uso da cultura para aquecer a economia exige ações diferenciadas. Mas, você consegue observar o quanto nós – brasileiros – somos criativos? O quanto a cultura pode contribuir com os progressos, pessoais e profissionais, de cada cidadão?

Que tipo de estímulo você sente falta quanto o assunto é cultura? Ou: o que você acha que pode fazer em prol da cultura na sua comunidade?

Pense nisso e compartilhe comigo.