Formar cidadania cultural é um benefício para todos, não apenas relacionadas apenas à cidadania e à cultura, mas quando essas palavras caminham juntas e viram mais uma causa que eu acredito e coloco em voga podem ter um poder de transformação para cada indivíduo.

Não basta apenas estimular uma nova consciência política de cidadania cultural “a partir da apropriação da cultura como direito à fruição, à experimentação, à informação, à memória e à participação”, nas palavras da filósofa Marilena Chauí, mas colocar – efetivamente em prática – ações e possibilidades para que o cidadão tenha acesso à cultura e possa, de fato, exercer sua cidadania relacionada aos aspectos lineares contextualizados com a cultura do Brasil, do ser humano, dos seus deveres e direitos.

Vejo como cidadania cultural, a possibilidade concreta de ampliar o espaço público e oferecer novas dinâmicas de sociabilização e participação nas decisões da comunidade e da sociedade como um todo, por meio (central) do pensar, do socializar, do ser cidadão e de compreender a cultura para assim ‘utilizá-la’ e poder usufruir dos seus reais benefícios.